Madjer revela o Segredo da Intercontinental de 87

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Faz hoje 25 anos que o FC Porto se sagrou campeão intercontinental. Depois da valsa de Viena, os dragões derreteram a neve de Tóquio e derrotaram o Peñarol (2-1), com golos de Gomes e de Madjer, este no prolongamento. O astro argelino recorda os segredos com que foi gravada uma das páginas mais belas do clube, a 13 de dezembro de 1987.

Rabah Madjer, 54 anos, atende o telefone e solta uma gargalhada. Lembra-se da final da Taça Intercontinental como se fosse hoje, mas faz um pedido: responder às perguntas em francês. A meio da conversa, muda o discurso com as emoções à flor da pele. Começa a falar em português e termina a entrevista com um rasgado elogio a Pinto da Costa: “Merecia uma estátua”.

A final da Taça Intercontinental superou as emoções da final com o Bayern de Munique?

Em termos de esforço, superou (risos). Jogámos em condições muito difíceis, a nevar e num campo impraticável. Depois de termos sido campeões europeus, ganhar a Taça Intercontinental provou que o F. C. Porto foi a melhor equipa do Mundo daquele ano. Entrámos na história do clube.

Qual foi o vosso segredo para vencer?

Foram dois. Primeiro, tínhamos uma grande equipa e éramos uma família dentro e fora do campo. Os jogadores tinham uma excelente relação entre todos. Depois, porque tivemos um grande coração nesse jogo. Só dessa maneira, com muita força, poderíamos triunfar num relvado coberto de neve, onde não conseguimos jogar futebol.

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